Os Vinhos As Vinhas Expressões do Dão Agenda Notícias Imprensa A Comissão Contactos
 
   
 
     
     
 
A História
Laboratório
Missão
Solar do Vinho do Dão
Fluxograma da Certificação
Links
Documentos
Estatísticas
Agentes Económicos

[Clique para aumentar] [Clique para aumentar]
A COMISSÃO     Solar do Vinho do Dão
 


NOTA HISTÓRICA

Em 1122 D. Maria Seseriquiz, irmã e filhos, doaram ao prior D. Odório e à Sé de Viseu a herdade do Fontelo.
O Paço, começou a ser edificado em 1399, no tempo do Bispo D. João Homem. Desta época ainda se podem ler duas janelas em ogiva reveladas pelo desagregar dos rebocos.

Em 1426, D. Garcia manda construir a primitiva Capela de Santa Marta.

D. Miguel da Silva, Bispo de Viseu de 1526 a 1547, distinta figura de mecenas e humanista, manda construir os actuais jardins renascentistas à italiana.

Em 1565, D. Gonçalo Pinheiro, fez importantes obras de restauro e conservação e mandou fazer a Capela de São Jerónimo e o Portal da Cruz junto à actual rotunda da Casa do Cruzeiro.

D. Jorge de Ataíde, entre 1569 e 1578, manda construir no Paço, corredores e celas do dormitório.

Em 1677, o Paço funcionou como hospício, mas entre 1744 e 1764 foi extinto pelo Bispo D. Júlio Francisco de Oliveira.

Em Agosto de 1876, a Câmara Municipal de Viseu de acordo com o Bispo D. António Alves Martins, recuou o pórtico de entrada 9,5 metros para alargar a rua que passa em frente.

Até 1833, o edifício esteve abandonado e foi com D. José Dias Coreia de Carvalho que o mesmo foi reconstruído e os jardins, repuxos e tanques foram restaurados.

Segundo o dicionário de Portugal Antigo e Moderno, de 1890 tomo XII, p. a725, a definição do Fontelo dessa época era a seguinte: “ …o Paço é um edifício muito irregular, feito em diversas datas, sem imponência nem bellesas architectónicas mas, bastante espaçoso com grandes salas e uma boa capela contínua, dedicada a Santa Marta e decorada com preciosas pinturas dedicadas a Grão Vasco …”

Em 1911, o estado de conservação do Fontelo era bom, mas as rendas da Mitra eram insuficientes para as obras de manutenção.

Após a implantação da República, foi retirado em 1912 o poder do Paço e Quinta do Fontelo ao Prelado. O imóvel ficou pertença do Ministério da Guerra para instalação de reservas do Exército. Parte dos terrenos de cultivo ficaram na posse do Ministério da Agricultura.

A Câmara Municipal de Viseu recebeu os jardins e a mata para passeio público e recreio citadino, pagando uma renda anual de 800$00.

Em 29 de Março de 1926, a Câmara toma posse definitiva da mata, do jardim do antigo Paço e parte dos terrenos anexos ao Fontelo.

Hoje, o Fontelo é a área desportiva principal da cidade, bem como o parque de merendas preferido pelos que nos visitam.

Aquando das obras de recuperação o Antigo Paço Episcopal do Fontelo encontrava-se bastante degradado, após ter sido Casa de reclusão e ocupado posteriormente por algumas famílias de retornados das ex-colónias.

A recuperação deste edifício foi uma acção conjunta da Câmara Municipal de Viseu e da Comissão Vitivinícola Regional do Dão.

Teve como objectivo a instalação da Comissão Vitivinícola Regional do Dão adoptando a designação de Solar do Vinho do Dão.

Localiza-se na Mata do Fontelo, a nascente da cidade, distando 800 metros do conjunto arquitectónico formado pela Sé de Viseu e Museu Grão Vasco.

 
 
     
 
Home Política de Privacidade Mapa do Site Contactos
Visite-nos   Seja responsável. Beba com moderação.